O calor do verão nos faz dispensar algumas peças do guarda roupa e então ficamos com o corpo mais exposto, que recebe diretamente os raios solares. Conhecendo os efeitos da radiação produzida pelos raios ultravioleta e estimulados pelos meios de comunicação, buscamos a máxima proteção possível nos bloqueadores solares, vendidos às dúzias em farmácias, perfumarias e até supermercados. Mas, será que precisamos mesmo de tanta proteção?

Sabemos que uma conduta preventiva é sempre a mais adequada e pode evitar problemas, mas é preciso conhecer o que realmente nos põe em perigo e só então tomar decisões. Precisamos da vitamina D, que é facilmente produzida pela simples exposição solar, mas devemos receber o sol diretamente sobre a pele ou sempre devemos nos proteger com os bloqueadores?

Uma breve exposição diária que não ultrapasse os quinze minutos é não só benéfica, como necessária à produção da vitamina, e sempre sem nenhum bloqueador, pois são exatamente os raios ultravioleta que estimulam o processo. Após esse tempo, devem entrar em cena os protetores, pois o buraco na camada de ozônio é uma realidade que não dá para contestar. Pessoas com história de melanoma devem seguir orientação do médico dermatologista.

O uso de biquíni na praia durante o verão torna-se uma oportunidade imperdível de expor uma área maior do corpo, que recebe diretamente os raios do sol e pode produzir grande quantidade de vitamina D, a qual agirá imediatamente na busca da saúde óssea, prevenindo problemas futuros. Dê-se o direito de usar biquíni neste verão e chegue ao final dele com uma estrutura óssea capaz de aguentar grandes desafios, o que certamente vai contribuir para uma qualidade de vida cada vez melhor.

 

 Com carinho,

Sheila Castro – Nutricionista

NAIS/VIVER BEM s

heila.castro@unimedsjc.coop.br

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