Como anda a sua memória? Se nem a de curto ou a de longo prazo mostram declínio, vale a pena comemorar. A pressa, o estresse, as pequenas frustrações do dia a dia, o cansaço e até a poluição podem afetar a nossa capacidade de reter informações, mas alguns alimentos tem participação comprovada nos processos cerebrais.

Estudos com seres humanos já demonstraram que a cafeína presente em alimentos como o café, chá, preto, chá mate, refrigerantes e outros afetam nosso cérebro e, em grande quantidade, pode reduzir a memória de longo prazo. No caso do café, a quantidade adequada seria de 4 cafezinhos, o equivalente a 200 ml da bebida por dia, o que contribuiria para ativar a memória de curto prazo.

Uvas contém polifenóis que penetram a barreira hematoencefálica, melhorando a função cognitiva, além de estimular novas conexões entre os neurônios e combater radicais livres, mantendo a integridade das funções cerebrais. O abacate também é um ótimo parceiro, por seu conteúdo de gordura monoinsaturada, que já provou participação na capacidade de concentração e aprendizado. E como se não bastasse, esta boa gordura ainda garante um perfeito fluxo sanguíneo no cérebro, essencial para as funções do órgão.

Vegetais como brócolis, espinafre, couve, rúcula e outros da família verde escuro oferecem luteína, certeira nas funções de raciocínio e memória, além de reduzir o risco de demência. Nozes e castanhas nos dão o selênio necessário para manter a boa memória quando a idade chegar. Já o ômega 3 da sardinha, atum, salmão, arenque e outros peixes de águas geladas pode ser a barreira que falta para manter longe o mal de Alzheimer.

Um cardápio rico em neuronutrientes é o melhor investimento que você pode fazer para um envelhecer lúcido, repleto de boas lembranças e pleno de alegria e bem estar.

Com carinho,

Sheila Castro – Nutricionista

NAIS/VIVER BEM

sheila.castro@unimedsjc.coop.br

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